A febre dos Drones. Agora ficou sério!

Estamos passando pela febre dos Drones, altamente usado para filmagem, tanto amadores como para uso publicitário. Atualmente não há uma legislação específica para uso deste equipamento, mas tem algumas regrinhas básicas que são aplicadas para o aeromodelismo, como estar na Circular da Aeronáutica AIC 21/10.

Porém, com a popularização do “brinquedinho”, a “parada” está ficando séria – a liga de corrida de drones recebe investimento de US$ 1 milhão, que é cerca de R$ 3,5 milhões,  do bilionário americano Stephen Ross, que também é dono do time futebol americano Miami Dolphins, através de sua empresa de investimentos, a SER Venture.

Depois de receber o dinheiro, imediatamente a The Drone Racing League (Liga de Corridas de Drones) já começou os testes iniciais que conta com seis pilotos em um galpão na cidade de Yonkers, estado de Nova York. A previsão é que a primeira corrida aberta ao público seja ainda esse ano, envolvendo venda de ingressos, patrocínio, direitos de transmissão de imagem e tudo que um esporte “normal” pode ter.

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Pelo menos, a nova startup pode contar com a ampla experiência da empresa SER Venture,  com eventos esportivos. O CEO da The Drone Racing League, Nick Horbaczewski, afirmou: “Acho que as corridas de drone podem ser um esporte que vai repercutir entre as pessoas, pois carrega a herança das corridas e traz os benefícios das novas tecnologias”. Ele já foi responsável por eventos da companhia de corridas de enduro Tough Mudder.

A startup não é a única a tentar emplacar o esporte. No começo de 2015, na Califórnia, aconteceu o evento U.S. National Drone Racing Championship, que contou com 120 pilotos que disputavam prêmios que somavam US$ 25 mil – em torno de R$ 87 mil – e teve a presença de 60 pessoas no evento.

Agora fica o desafio de tornar o esporte mais atrativo para os espectadores e uma das opções estudadas é criar meio de transmiti-lo com segurança e de uma maneira que seja interessante de acompanhar. Acredita-se que as corridas poderiam ser veiculadas por sites como o YouTube que atrairiam milhares de espectadores. E aqui no Brasil? Como funcionará o esporte? Será que teremos algum milionário por aqui pra fazer investimento? Pena que “tio” Eike está “mal das pernas”. Mas, tomara que logo apareça alguém que invista e que fique emocionante como todo esporte radical!

Fonte: Google e Tecmundo